[:pt]Por: Eli Vieira Xavier

Quisera eu, nestas alturas do campeonato, dizer que já sou um campeão, mas, estamos no Brasil. A desaposentação, ou desaposentadoria não passou no STF, sob a singela desculpa de dizerem, acaso fosse aprovada, traria sérios problemas de caixa para este nosso tão sofrido e combalido Brasil, mas, que culpa temos nós que nos aposentamos, continuamos a contribuir e nada recebemos em troca?

Sim aposentado estamos, mas, para sobreviver com dignidade temos que trabalhar e, incredulamente, como dito acima, continuar a contribuir com a arrecadação e sem nada receber em troca, mas, como sempre, passivos que somos, vamos contribuindo com quem nada nos dá em contribuição ou retribuição.

Assim, fadados que estamos a ter que morrer trabalhando, nada mais nos resta do que, ao menos tentar, ter um diferencial neste nosso mercenário e suicida mercado em que atuamos, e esperando que nossos sacrifícios e conhecimentos sejam recompensados.

Na esteira do acima, como se fosse uma cereja do bolo, a dar o toque final, conseguimos, junto com outros poucos colegas, nos sagrar vencedores no exame para Despachantes com chancela OEA e, depois de uma boa demora, vermos nossos esforços validados com a publicação dos Atos Declaratórios Executivos com nossa plena e total habilitação como Operadores Econômicos Autorizados.

Esperamos, sinceramente, que nosso hercúleo esforço não venha a se tornar apenas mais um quadro pendurado em nossas paredes, esperamos que tenhamos o tratamento que a Receita Federal apregoa. Não que queiramos ser tratados de forma diferente, mas, sermos sim tratados como parceiros, coisa que eles tanto citam, e mais do que isto, sermos tratados com respeito, como todos deveriam ser.

Esperamos um encurtamento de prazos; sermos ouvidos pelas autoridades superiores, e não simplesmente ser atendido por um generalista do E-CAC; podermos ter a chance de discutir e debater questões de amplo espectro, não o caso particularizado; vermos que não só nós sejamos respeitados, mas, e principalmente, que o que esteja posto no nosso vasto campo regulatório também o seja, pois, não pode o entendimento subjetivo se sobrepujar ao que emana de um ato legal; em fim, esperamos poder participar mais e sermos ouvidos.

De nossos parceiros (clientes) esperamos ser reconhecidos não por quanto custamos, mas sim por quanto valemos.

De nossa parte conclamamos a que os demais colegas também façam este esforço de ter uma chancela de qualidade, pois, só assim é que poderemos de peito aberto dizer: EU SOU UM DESPACHANTE OEA.

BOA SORTE A TODOS.

Eli Vieira Xavier, Despachante Aduaneiro OEA.
Diretor da Lenivam Serviços de Comércio Exterior Ltda.
Santos, 02 de fevereiro de 2017.[:en]Despachante Habilitado OEA

Por: Eli Vieira Xavier

Quisera eu, nestas alturas do campeonato, dizer que já sou um campeão, mas, estamos no Brasil. A desaposentação, ou desaposentadoria não passou no STF, sob a singela desculpa de dizerem, acaso fosse aprovada, traria sérios problemas de caixa para este nosso tão sofrido e combalido Brasil, mas, que culpa temos nós que nos aposentamos, continuamos a contribuir e nada recebemos em troca?

Sim aposentado estamos, mas, para sobreviver com dignidade temos que trabalhar e, incredulamente, como dito acima, continuar a contribuir com a arrecadação e sem nada receber em troca, mas, como sempre, passivos que somos, vamos contribuindo com quem nada nos dá em contribuição ou retribuição.

Assim, fadados que estamos a ter que morrer trabalhando, nada mais nos resta do que, ao menos tentar, ter um diferencial neste nosso mercenário e suicida mercado em que atuamos, e esperando que nossos sacrifícios e conhecimentos sejam recompensados.

Na esteira do acima, como se fosse uma cereja do bolo, a dar o toque final, conseguimos, junto com outros poucos colegas, nos sagrar vencedores no exame para Despachantes com chancela OEA e, depois de uma boa demora, vermos nossos esforços validados com a publicação dos Atos Declaratórios Executivos com nossa plena e total habilitação como Operadores Econômicos Autorizados.

Esperamos, sinceramente, que nosso hercúleo esforço não venha a se tornar apenas mais um quadro pendurado em nossas paredes, esperamos que tenhamos o tratamento que a Receita Federal apregoa. Não que queiramos ser tratados de forma diferente, mas, sermos sim tratados como parceiros, coisa que eles tanto citam, e mais do que isto, sermos tratados com respeito, como todos deveriam ser.

Esperamos um encurtamento de prazos; sermos ouvidos pelas autoridades superiores, e não simplesmente ser atendido por um generalista do E-CAC; podermos ter a chance de discutir e debater questões de amplo espectro, não o caso particularizado; vermos que não só nós sejamos respeitados, mas, e principalmente, que o que esteja posto no nosso vasto campo regulatório também o seja, pois, não pode o entendimento subjetivo se sobrepujar ao que emana de um ato legal; em fim, esperamos poder participar mais e sermos ouvidos.

De nossos parceiros (clientes) esperamos ser reconhecidos não por quanto custamos, mas sim por quanto valemos.

De nossa parte conclamamos a que os demais colegas também façam este esforço de ter uma chancela de qualidade, pois, só assim é que poderemos de peito aberto dizer: EU SOU UM DESPACHANTE OEA.

BOA SORTE A TODOS.

Eli Vieira Xavier, Despachante Aduaneiro OEA.
Diretor da Lenivam Serviços de Comércio Exterior Ltda.
Santos, 02 de fevereiro de 2017.[:]